
Narrativa e Comunicação ESG
A sustentabilidade só cria valor se for bem comunicada, de forma autêntica, consistente e adaptada a cada audiência. Apoiamos organizações na construção da sua narrativa ESG: da mensagem central ao C-Suite, à comunicação para investidores, à presença digital e ao conteúdo editorial. Garantimos coerência entre o que a empresa faz, o que reporta e o que comunica, protegendo-a do risco de greenwashing.
Sobre este serviço
A quem se destina?
- Direções de comunicação, marketing e sustentabilidade que precisam de traduzir dados ESG em narrativas convincentes
- Organizações que querem construir uma identidade de sustentabilidade sólida e diferenciadora.
Entregáveis
- Narrativa de sustentabilidade e mensagens-chave por audiência (investidores, colaboradores, clientes, media)
- Conteúdo editorial ESG para website, LinkedIn e outros canais
- Apresentações de sustentabilidade para Conselho de Administração e investidores
- Apoio à comunicação de metas e compromissos climáticos e sociais
Resultados esperados
- A organização comunica a sua sustentabilidade de forma coerente, autêntica e diferenciadora, com mensagens adaptadas a cada audiência e uma narrativa que reforça a reputação e protege contra acusações de greenwashing.
Especialista Stravillia
Este serviço é liderado por um especialista sénior da Stravillia, com experiência profunda em Comunicação e Relatórios de Sustentabilidade, envolvimento direto em projetos nacionais e internacionais e um compromisso permanente com o rigor técnico e a proximidade ao cliente

Graciete Silva
Head of Knowledge

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FAQs
Greenwashing é a prática de comunicar afirmações ambientais ou de sustentabilidade enganosas, exageradas ou não suportadas por evidências, seja por omissão de informação relevante, por uso de linguagem vaga (‘ecológico’, ‘verde’, ‘sustentável’ sem definição), por destacar atributos positivos irrelevantes, ou por comunicar metas sem planos de ação credíveis. Para evitá-lo, as organizações devem garantir que toda a comunicação ESG é baseada em dados verificáveis, internamente consistente com o reporte formal, e sujeita a revisão jurídica e técnica. A Diretiva Europeia de Green Claims (em fase de aprovação) vai endurecer significativamente os requisitos de substantiação das afirmações ambientais.
As diferentes audiências têm necessidades e linguagens distintas. Investidores e analistas financeiros valorizam dados quantitativos, métricas comparáveis, análise de risco ESG e alinhamento com frameworks reconhecidos (TCFD, ESRS). Colaboradores respondem melhor a histórias concretas, valores e impacto no dia a dia. Clientes e consumidores valorizam transparência, autenticidade e relevância para as suas próprias escolhas. Media e sociedade civil focam-se em comprometimento genuíno e consistência entre discurso e ação. A Stravillia desenvolve arquiteturas de mensagem que mantêm a coerência central enquanto adaptam o tom, o nível de detalhe e os exemplos a cada audiência.
Uma apresentação de sustentabilidade eficaz para o Conselho de Administração deve incluir: o contexto regulatório e competitivo relevante para a empresa (CSRD, tendências de mercado, movimentos da concorrência), os resultados da análise de dupla materialidade e os temas ESG mais relevantes para o negócio, o desempenho ESG face a metas definidas, os riscos e oportunidades ESG com impacto financeiro estimado, as decisões que requerem aprovação ou orientação do Conselho, e os próximos passos da agenda de sustentabilidade. O foco deve ser na relevância estratégica e financeira, não na enumeração de iniciativas.
A eficácia da comunicação de sustentabilidade pode ser medida através de indicadores quantitativos (alcance e engagement do conteúdo ESG digital, número de jornalistas e analistas que citam os relatórios, posição em rankings de sustentabilidade, resultados de inquéritos de perceção a stakeholders) e qualitativos (qualidade do feedback de investidores, cobertura mediática, nível de reconhecimento espontâneo da agenda de sustentabilidade da empresa). A Stravillia apoia a definição de um painel de indicadores de comunicação ESG adaptado aos objetivos e audiências de cada organização.
O LinkedIn é o principal canal de comunicação de sustentabilidade no contexto B2B, é onde os decisores empresariais, investidores, reguladores e talentos qualificados consomem conteúdo ESG. Uma estratégia de conteúdo ESG eficaz no LinkedIn combina publicações de literacia (explicar conceitos como ESRS, dupla materialidade ou SBTi de forma acessível), publicações de prova (resultados concretos, dados, marcos alcançados), publicações de opinião (posicionamento da liderança em temas relevantes) e conteúdo humano (cultura, equipa, voluntariado). A regularidade e a autenticidade são mais determinantes do que a produção de conteúdo polido mas genérico.
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