
Cálculo da Pegada de Carbono (Scopes 1, 2 e 3)
Calculamos a pegada de carbono da sua organização e a pegada de carbono de prouto de acordo com metodologias internacionalmente reconhecidas (ex.: GHG Protocol e ISO 14064, ISO 14067), cobrindo emissões diretas (Scope 1), emissões indiretas associadas à eletricidade adquirida (Scope 2) e outras emissões indiretas associadas à cadeia de valor (Scope 3). O resultado é um inventário de emissões fiável, robusto, auditável e comparável, base indispensável para qualquer estratégia climática.
Para as PMEs, este é frequentemente o ponto de partida na jornada climática, por pedido dos clientes e por uns bancos já exigirem dados de emissões como condição de parceria ou financiamento. Calculamos a pegada de forma simples, proporcional ao tamanho e complexidade da empresa, com um foco claro na ação.
Sobre este serviço
A quem se destina?
- Empresas de qualquer dimensão que precisem de conhecer a sua pegada de carbono
- Empresas que assim o necessitem, por pressão de clientes ou parceiros, por requisitos de financiamento ESG
- Empresas que tenham exigência regulatória (CSRD/ESRS)
- Empresas que recebam pedidos de PCF de clientes industriais, retalhistas ou plataformas de e-commerce
- Empresas que simplesmente entendam começar a sua jornada de descarbonização de forma informada.
Entregáveis
- Inventário de emissões GHG (Scopes 1, 2 e 3) com metodologia documentada
- Identificação dos principais hotspots de emissões e oportunidades de redução
- Dados prontos para reporte ESRS E1, GRI 305 e resposta a questionários de clientes e bancos
- Relatório executivo e apresentação de resultados à gestão
Resultados esperados
- A organização passa a conhecer com rigor a dimensão e origem das suas emissões, dispõe de um inventário auditável pronto para reporte e comunicação, e tem uma base sólida para definir prioridades de redução, respondendo de forma imediata a clientes, bancos e reguladores que exijam dados de carbono.
Especialista Stravillia
Este serviço é liderado por um especialista sénior da Stravillia, com experiência aprofundada em Carbono e Net Zero, envolvimento direto em projetos nacionais e internacionais e um compromisso permanente com o rigor técnico e a proximidade ao cliente

Francisco Neves
CEO

Receba mais conteúdos sobre este tema
Garanta as nossas comunicações no seu email
FAQs
A pegada de carbono organizacional é a quantificação total das emissões de gases com efeito de estufa (GEE) geradas direta e indiretamente pela atividade de uma empresa, expressa em toneladas de CO₂ equivalente (tCO₂e). Calcula-se de acordo com o GHG Protocol Corporate Standard ou a ISO 14064-1, dividindo as emissões em três âmbitos: Scope 1 (emissões diretas, como combustão de combustíveis fósseis e gases refrigerantes), Scope 2 (emissões indiretas da eletricidade e calor consumidos) e Scope 3 (todas as restantes emissões indiretas na cadeia de valor, como compras, logística, deslocações e fim de vida dos produtos).
O Scope 1 cobre as emissões diretamente controladas pela empresa, como a combustão de gás natural em caldeiras, o consumo de combustível na frota própria ou os gases refrigerantes.
O Scope 2 cobre as emissões associadas à eletricidade, calor ou vapor comprados e consumidos pela empresa.
O Scope 3 é o mais abrangente e inclui todas as emissões indiretas ao longo da cadeia de valor, tanto a montante (como a produção das matérias-primas compradas) como a jusante (como o uso e fim de vida dos produtos vendidos). Em média, o Scope 3 representa mais de 70% das emissões totais de uma empresa.
Cada vez mais sim. Mesmo não estando diretamente abrangidas pela CSRD, as PMEs recebem pressão crescente de grandes clientes (que precisam de dados de Scope 3 dos seus fornecedores), de bancos (que integram critérios climáticos nas avaliações de crédito) e de programas de financiamento europeu. O cálculo da pegada de carbono para PMEs pode ser feito de forma simplificada e proporcional, com um investimento de tempo e recursos muito inferior ao de uma grande empresa, mas com impacto imediato na capacidade de responder a questionários e de aceder a financiamento verde.
O GHG Protocol Corporate Standard é o referencial mais amplamente utilizado a nível global para o cálculo de inventários de emissões organizacionais, é a base metodológica para a maioria dos frameworks de reporte, incluindo o ESRS e a GRI. A ISO 14064 é uma norma internacional que especifica requisitos para a quantificação, monitorização, reporte e verificação de GEE, sendo frequentemente usada quando se pretende certificação ou verificação formal do inventário por terceiros. Na prática, as duas são complementares: o GHG Protocol orienta a metodologia de cálculo e a ISO 14064 fornece o framework para verificação e auditoria.
Um fator de emissão é um coeficiente que converte uma atividade (ex.: consumo de 1000 litros de gasóleo) numa quantidade de emissões de GEE (ex.: 2,68 tCO₂e). Os fatores de emissão são publicados por entidades reconhecidas como a Agência Internacional de Energia (AIE), o IPCC, a DGEG em Portugal, a DEFRA no Reino Unido ou o EPA nos EUA. A qualidade do inventário de carbono depende significativamente da escolha e atualização dos fatores de emissão aplicados, pelo que a Stravillia utiliza sempre as fontes mais recentes e adequadas ao contexto geográfico e setorial de cada cliente.
O inventário de emissões deve ser atualizado anualmente, para garantir comparabilidade ao longo do tempo e cumprir os requisitos de reporte ESRS E1 e GRI 305. Além da atualização anual, recomenda-se rever o ano base de referência sempre que ocorram alterações estruturais significativas na organização (fusões, aquisições, desinvestimentos) ou quando os dados de um ano específico se revelarem não representativos. A monitorização contínua de alguns indicadores-chave (como o consumo de energia e de combustíveis) permite ainda antecipar tendências e ajustar iniciativas de redução ao longo do ano.
Falar com a equipa
Indique nome e email para receber o acesso ao enquadramento da conversa.
