
Envolvimento e Mapeamento de Stakeholders
Apoiamos organizações no mapeamento dos seus stakeholders relevantes e na estruturação de processos de envolvimento eficazes: questionários, entrevistas, workshops e análise de perceções. O resultado alimenta a análise de dupla materialidade e informa a estratégia ESG.
Sobre este serviço
A quem se destina?
- Organizações que precisam de estruturar ou melhorar o seu processo de envolvimento de stakeholders, quer como parte da análise de dupla materialidade ESRS, quer como base para a estratégia de sustentabilidade e comunicação.
Entregáveis
- Mapeamento e segmentação dos stakeholders relevantes
- Questionários, guiões de entrevista e facilitação de workshops de envolvimento
- Análise e síntese das perceções e expectativas dos stakeholders
- Integração dos resultados na análise de dupla materialidade e na estratégia ESG
Resultados esperados
- A organização conhece quem são os seus stakeholders mais relevantes, o que esperam e como percepcionam o seu desempenho ESG, com um processo de envolvimento documentado que alimenta a estratégia e cumpre os requisitos metodológicos do ESRS.
Especialista Stravillia
Este serviço é liderado por um especialista sénior da Stravillia, com experiência profunda em Estratégia ESG e Dupla Materialidade, envolvimento direto em projetos nacionais e internacionais e um compromisso permanente com o rigor técnico e a proximidade ao cliente

Francisco Neves
CEO

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FAQs
No contexto ESG, os stakeholders de uma empresa incluem todas as partes afetadas pela sua atividade ou que têm interesse no seu desempenho de sustentabilidade. Dividem-se tipicamente em stakeholders afetados (trabalhadores próprios, trabalhadores da cadeia de valor, comunidades locais, consumidores, grupos vulneráveis) e utilizadores da informação de sustentabilidade (investidores, credores, analistas, reguladores, ONG, media). O ESRS distingue estas duas categorias e exige que ambas sejam consideradas no processo de dupla materialidade, com ênfase particular nos stakeholders afetados.
O mapeamento de stakeholders para fins ESG começa pela identificação de todos os grupos com interesse ou impacto relevante, seguida da sua caracterização em termos de tipo de relação, nível de influência, grau de impacto sofrido e capacidade de representação. O passo seguinte é a priorização: nem todos os stakeholders têm a mesma relevância para todos os temas ESG. O mapeamento deve ser documentado e atualizado regularmente, e deve orientar a seleção dos stakeholders a envolver no processo de dupla materialidade. A Stravillia utiliza matrizes de priorização e ferramentas visuais que facilitam a comunicação interna dos resultados.
Os métodos de envolvimento de stakeholders incluem: questionários online (para alcançar um grande número de stakeholders de forma eficiente), entrevistas individuais (para aprofundar perspetivas de stakeholders-chave com alta influência ou impacto), focus groups e workshops (para explorar temas complexos com grupos específicos), análise de feedback existente (reclamações, avaliações, media, redes sociais) e referências a posições de associações representativas. A escolha do método deve ser proporcional à importância do stakeholder, ao tema em análise e aos recursos disponíveis. O ESRS não prescreve um método específico, mas exige que o processo seja documentado e que as perspetivas dos stakeholders sejam genuinamente consideradas.
Não é obrigatório publicar os dados brutos do envolvimento de stakeholders, mas o ESRS exige que as empresas divulguem no relatório de sustentabilidade como identificaram e envolveram os seus stakeholders, quais os stakeholders considerados mais relevantes, e como as suas perspetivas foram integradas no processo de dupla materialidade e na estratégia ESG. A transparência sobre o processo é um requisito de credibilidade crescentemente valorizado por investidores e auditores.
O envolvimento de stakeholders deve ser um processo contínuo, não apenas um exercício pontual realizado para efeitos de dupla materialidade. As melhores práticas incluem: um processo formal de envolvimento integrado no ciclo anual de reporte (para alimentar a revisão da dupla materialidade), mecanismos permanentes de escuta e feedback (como canais de reclamação, inquéritos de satisfação a colaboradores e clientes, e monitorização de media e redes sociais), e um diálogo aprofundado com stakeholders-chave em momentos de decisão estratégica relevante. A Stravillia apoia a estruturação de um modelo de envolvimento proporcional e sustentável ao longo do tempo.
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