
Governance de Dados ESG e ESRS
Dados ESG de qualidade não acontecem por acaso: exigem processos, responsáveis, controlos e documentação. Apoiamos organizações na criação de um modelo de governança de dados ESG robusto: desde a definição das fontes e metodologias de recolha, à criação de procedimentos de validação e controlos internos, até à formação das equipas envolvidas no processo de reporting.
Sobre este serviço
A quem se destina?
- Organizações que precisam de garantir a qualidade, consistência e auditabilidade dos seus dados ESG
- Organizações que queiram cumprir com o requisito crescente de obrigatoriedade de verificação externa ao abrigo da CSRD.
Entregáveis
- Mapeamento das fontes de dados ESG e identificação de gaps de qualidade
- Modelo de governança de dados: responsáveis, fluxos, controlos e documentação
- Procedimentos de validação e pista de auditoria para os principais indicadores ESRS
- Formação das equipas envolvidas na recolha e reporte de dados ESG
Resultados esperados
- A organização gere os seus dados ESG com rigor e consistência, com processos documentados e controlos que garantem a qualidade da informação, suportando o reporte com confiança e minimizando o risco de achados na verificação externa.
Especialista Stravillia
Este serviço é liderado por um especialista sénior da Stravillia, com experiência profunda em Comunicação e Relatórios de Sustentabilidade, envolvimento direto em projetos nacionais e internacionais e um compromisso permanente com o rigor técnico e a proximidade ao cliente

Graciete Silva
Head of Knowledge

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FAQs
A governança de dados ESG é o conjunto de políticas, processos, responsabilidades e controlos que garantem a qualidade, consistência, segurança e auditabilidade da informação de sustentabilidade de uma organização. É importante porque a CSRD exige que os dados publicados no relatório sejam verificáveis externamente, o que implica que existam fontes documentadas, metodologias definidas, responsáveis identificados e registos que permitam reconstruir o percurso de cada dado desde a fonte até ao relatório. Sem uma governança de dados robusta, o risco de achados de auditoria e de restatements é elevado.
A responsabilidade pelos dados ESG deve ser partilhada entre a equipa de sustentabilidade (que define os requisitos e coordena o processo), as áreas operacionais que geram os dados (RH, operações, compras, financeiro, facilities), a equipa de TI (que suporta os sistemas de recolha e consolidação) e a gestão de topo (que aprova o relatório e é responsável pela sua fiabilidade). A Stravillia apoia a definição de uma RACI (Responsible, Accountable, Consulted, Informed) para cada indicador ESG, clarificando papéis e evitando ambiguidades que comprometem a qualidade dos dados.
Uma pista de auditoria (audit trail) é o registo documentado do percurso de um dado desde a sua fonte original até à publicação no relatório — incluindo a fonte dos dados brutos, as transformações e cálculos aplicados, os responsáveis por cada etapa, as datas de recolha e validação, e quaisquer correções efectuadas. Para os auditores de sustentabilidade, a pista de auditoria é a evidência fundamental que permite verificar a fiabilidade de cada indicador. A Stravillia apoia a criação de sistemas de arquivo e documentação que garantem pistas de auditoria completas e acessíveis para todos os indicadores materiais.
Em organizações com múltiplas unidades de negócio, geografias ou entidades legais, a qualidade dos dados ESG depende de: definições e metodologias uniformes (o que conta como emissão de Scope 1, como se define um acidente de trabalho, etc.), processos de recolha padronizados com responsáveis locais formados, controlos de validação automáticos e manuais antes da consolidação, e um processo de revisão centralizado antes da publicação. A Stravillia desenvolve manuais de reporte interno e programas de formação para as equipas locais, garantindo consistência e comparabilidade dos dados entre unidades.
Idealmente, a recolha e validação de dados ESG deve ser um processo contínuo ao longo do ano, não um exercício pontual no final. A maioria das organizações estabelece um calendário de reporte ESG com pontos de recolha trimestrais, uma validação intermédia no final do primeiro semestre e o encerramento dos dados no final do exercício. Para empresas em fase de estruturação, a Stravillia recomenda começar a preparação do ciclo de reporte com pelo menos seis meses de antecedência face à data de publicação do relatório, para garantir que os processos, responsáveis e ferramentas estão em funcionamento antes de os dados serem necessários.
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