Narrativa e Comunicação ESG

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FAQs

O que é o greenwashing e como evitá-lo?

Greenwashing é a prática de comunicar afirmações ambientais ou de sustentabilidade enganosas, exageradas ou não suportadas por evidências, seja por omissão de informação relevante, por uso de linguagem vaga (‘ecológico’, ‘verde’, ‘sustentável’ sem definição), por destacar atributos positivos irrelevantes, ou por comunicar metas sem planos de ação credíveis. Para evitá-lo, as organizações devem garantir que toda a comunicação ESG é baseada em dados verificáveis, internamente consistente com o reporte formal, e sujeita a revisão jurídica e técnica. A Diretiva Europeia de Green Claims (em fase de aprovação) vai endurecer significativamente os requisitos de substantiação das afirmações ambientais.

Como adaptar a comunicação de sustentabilidade a diferentes audiências?

As diferentes audiências têm necessidades e linguagens distintas. Investidores e analistas financeiros valorizam dados quantitativos, métricas comparáveis, análise de risco ESG e alinhamento com frameworks reconhecidos (TCFD, ESRS). Colaboradores respondem melhor a histórias concretas, valores e impacto no dia a dia. Clientes e consumidores valorizam transparência, autenticidade e relevância para as suas próprias escolhas. Media e sociedade civil focam-se em comprometimento genuíno e consistência entre discurso e ação. A Stravillia desenvolve arquiteturas de mensagem que mantêm a coerência central enquanto adaptam o tom, o nível de detalhe e os exemplos a cada audiência.

O que deve incluir uma apresentação de sustentabilidade para o Conselho de Administração?

Uma apresentação de sustentabilidade eficaz para o Conselho de Administração deve incluir: o contexto regulatório e competitivo relevante para a empresa (CSRD, tendências de mercado, movimentos da concorrência), os resultados da análise de dupla materialidade e os temas ESG mais relevantes para o negócio, o desempenho ESG face a metas definidas, os riscos e oportunidades ESG com impacto financeiro estimado, as decisões que requerem aprovação ou orientação do Conselho, e os próximos passos da agenda de sustentabilidade. O foco deve ser na relevância estratégica e financeira, não na enumeração de iniciativas.

Como medir a eficácia da comunicação de sustentabilidade?

A eficácia da comunicação de sustentabilidade pode ser medida através de indicadores quantitativos (alcance e engagement do conteúdo ESG digital, número de jornalistas e analistas que citam os relatórios, posição em rankings de sustentabilidade, resultados de inquéritos de perceção a stakeholders) e qualitativos (qualidade do feedback de investidores, cobertura mediática, nível de reconhecimento espontâneo da agenda de sustentabilidade da empresa). A Stravillia apoia a definição de um painel de indicadores de comunicação ESG adaptado aos objetivos e audiências de cada organização.

Qual o papel do LinkedIn na comunicação de sustentabilidade B2B?

O LinkedIn é o principal canal de comunicação de sustentabilidade no contexto B2B, é onde os decisores empresariais, investidores, reguladores e talentos qualificados consomem conteúdo ESG. Uma estratégia de conteúdo ESG eficaz no LinkedIn combina publicações de literacia (explicar conceitos como ESRS, dupla materialidade ou SBTi de forma acessível), publicações de prova (resultados concretos, dados, marcos alcançados), publicações de opinião (posicionamento da liderança em temas relevantes) e conteúdo humano (cultura, equipa, voluntariado). A regularidade e a autenticidade são mais determinantes do que a produção de conteúdo polido mas genérico.

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